Anottaz Blog

Posts de Fevereiro, 2008

Aeroporto & Polenta

Publicado por zanotta em Fevereiro 22, 2008

Aeroporto de Campinas, São 22h40, o vôo estava marcado para 22h50, agora está previsto para 23h20.

Faz 4 dias que tô viajando de carro, 1500 km rodados e agora volto pra Curitiba, que cansaço!

O aeroporto aqui não tem muitas opções gatronômicas, depois de um farto almoço em Mococa num posto de beira de estrada, só com vegetais e uma água pra hidratar, heroicamente pedi uma picanha dupla com salada no restaurante italiano do aeroporto (imaginando manter baixos os carbos). Mas como todo restaurante italiano que se preze, tinha polenta frita, e que polenta!!! Lá se foram os carboidratos goela abaixo!
Eu devia ter tirado uma foto do prato, agora é tarde…

Enviado em Trivialidades | Tagged: , , , | Deixar um comentário »

Atkins Vegetariano?

Publicado por zanotta em Fevereiro 22, 2008

Pois é, sempre tem essa questão de que a dieta Atkins é basicamente carnívora (!?). O que não é verdade, mas a bem da verdade o próprio Atkins coloca no seu livro que a dieta de baixo carboidrato, sem carne, pode ficar muito monótona, o que a inviabilizaria!

 Mas isso era só até a Rose Elliot publicar seu livro: Dieta Vegetariana de Baixo Carboidrato.

Atkinsonianos vegans e vegetarianos, seus problemas acabaram! Leiam o livro, assistam o filme e bom proveito!!!

Enviado em dicas de saúde | Tagged: , , | Deixar um comentário »

Apostilas Gratuitas sobre Reiki

Publicado por zanotta em Fevereiro 21, 2008

Pessoal, para os que estão procurando nesse site livros e apostilas gratuitas sobre Reiki (o mapa de acessos do wordpress brindou essa informação), sugiro fazerem o download do material desenvolvido pelo Terapeuta Plínio Moreira, autor do projeto http://pontodeluz.net/. Aqui estão os links para as apostilas:

- Apostila de Reiki Nível I

- Apostila de Reiki Nível II

- Apostila de Reiki Nível III

Este projeto também fornece gratuitamente a formação em Reiki para aqueles que não tem a oportunidade de participar de um curso presencial.

Para quem estiver procurando livros, eu recomendo o livro O Legado, do Prof. Petro Yankani, um livro completo, extremamente lúcido e clean (sem misticismos) sobre o Reiki de 7 Níveis. Este não é gratuito, vocês podem encontrá-lo nas livrarias, mas se estiverem com dificuldades em encontrá-lo, há exemplares disponíveis no Mercado Livre.

Já para os que, como eu, procuram uma abordagem terapêutica em consonância com a Medicina Tradicional Chinesa, recomendo o excelente Curso do Prof. Taggart King, Five Element Healing Practioner Course, ainda sem tradução para o português. Ele pode ser adquirido através do site http://www.reiki-evolution.co.uk/. Vale cada libra investida nesse curso vale a pena!

Enviado em Uncategorized | Tagged: , , , , | 9 Comentários »

Autobiografia em 5 capítulos

Publicado por zanotta em Fevereiro 13, 2008

“…, a reflexão pode gradualmente trazer-nos a sabedoria. Percebendo que caímos com freqüência em arraigados padrões repetitivos de comportamento, começamos a ansiar por nos livrarmos deles. Podemos, é claro, recair neles muitas vezes, mas lentamente podemos emergir até a mudança acontecer. O seguinte poema fala a todos nós. Chama-se “Autobiografia em Cinco Capítulos”:   

1) Ando pela rua Há um buraco fundo na calçada Eu caio Estou perdido… sem esperança. Não é culpa minha. Leva uma eternidade para encontrar a saída.   

2) Ando pela mesma rua. Há um buraco fundo na calçada Mas finjo não vê-lo. Caio de novo. Não posso acreditar que eu estou no mesmo lugar. Mas não é culpa minha. Ainda assim leva um tempão para sair.   

3) Ando pela mesma rua. Há um buraco fundo na calçada Vejo que ele ali está Ainda assim caio… é um hábito. Meus olhos se abrem Sei onde estou É minha culpa. Saio imediatamente.   

4) Ando pela mesma rua. Há um buraco fundo na calçada Dou a volta.   

5) Ando por outra rua.”   

~ Sogyal Rimpoche, Livro Tibetano do Viver e do Morrer, p. 55, Editora Talento – Palas Athenas

Enviado em reflexão | Deixar um comentário »

Porque você medita?

Publicado por zanotta em Fevereiro 8, 2008

Enviado em Dizendo o óbvio | Tagged: , , | Deixar um comentário »

Depois do carnaval, felicidades para 2008? Perca as esperanças…

Publicado por zanotta em Fevereiro 7, 2008

Em seu livro “Felicidade Desesperadamente”, o filosofo francês André Comte-Sponville sugere dois caminhos para a felicidade. O primeiro, e mais comum, é a pessoa desejar aquilo que não depende dela conseguir, contando sempre com algo ou alguém que realize o que se deseja.

Este é o caminho da esperança. O autor sugere “livre-se da esperança”, do ato de esperar, do ranço cultural que nos impregna de apatia e que traz mais frustrações e decepções do que realização.

O segundo caminho, para Sponville, está em a pessoa desejar aquilo que depende dela, começando em “querer e amar o que se tem”.

Satisfação pelo que se tem é essencial para a felicidade, pois não devemos perder de vista que o que vivemos no presente, em grande parte, deve-se a nossas escolhas e decisões do passado. Com isso, podemos mudar nosso futuro agindo bem agora. Este é o caminho da força de vontade e do contentamento.

~Carlos Legal, Consultor Sênior do Instituto MVC, continua aqui: http://www.institutomvc.com.br/insight137.htm#mat1

Enviado em Dizendo o óbvio | Tagged: , , | Deixar um comentário »

Somos Todos Doentes

Publicado por zanotta em Fevereiro 7, 2008

A filosofia ocidental busca negar ou rejeitar a doença. Segundo ela, a condição humana ideal é livre de doenças.

Essa é a base da medicina e do tratamento médico modernos.

Uma vez que o tratamento médico moderno prevalece há tanto tempo, a reação automática à descoberta da doença é buscar eliminá-la. A medicina moderna não consegue conceber uma abordagem que tente encontrar um meio de se viver com a própria doença, acolhendo-a, aceitando-a. A aurora da medicina ocidental moderna antecede de uns poucos anos a Revolução Francesa, com a fundação do Hospital, em Paris. Joveis médicos dedicados reuniam-se lá para praticar sua concepção ideal de medicina, baseada no espírito de liberdade, igualdade e fraternidade. Eles diagnosticavam e tratavam as pessoas comuns. Até aquela época, o tratamento médico fora, em grande parte, trabalho de médicos particulares que atendiam exclusivamente a clientes abastados, e esses jovens médicos lutaram para romper com essa tradição.

O lema dos médicos do Hospital era: “Olhe para a doença, não para o paciente”.

Com “olhar para a doença” eles se referiam a usar informações estatísticas de saúde pública para cientificamente analisar e classificar os sintomas. “Não olhar parar o paciente”queria dizer não dar atenção ao status ou classe social da pessoa, mas tratar de sua doença como se trataria de qualquer outro paciente na mesma condição.

Esses jovens médicos ardiam com a paixão de eliminar inteiramente a doença.

Mas, depois de dois séculos, a abordagem deles evoluiu para um modo de pensar representado pela velha piada: “A cirurcia foi um sucesso, mas o paciente morreu.” A medicina moderna concentra-se unicamente na doença e ignora a formação e a qualidade de vida do paciente. Ela vê uma pessoa como uma coisa que deve ser fuçada e cutucada até ser reduzida a um dado digital. Depende excessivamente dos medicamentos. Não tem qualquer consideração pela dignidade humana ou pelas emoções dos indivíduos.

(…)

Agora é o momento de repensarmos fundamentalmente nossas idéias sobre a saúde e doença.

Somos todos doentes. Todos os seres humanos estão doentes, e a saúde é uma ilusão. Todos os dias nossos dentes ficam mais fracos, nossa pele envelece e morrem mais de cem mil células cerebrais, que nunca serão substituídas. Todas as células de nosso corpo estão constantemente se desintegrando, morrendo e sendo substituídas por outras.

É impossível que um modelo de tratamento de saúde dogmático, estático e monolítico atenda às necessidades de um ser vivo dinâmico, em constante mutação.

Cada um de nós é completamente diferente.

Por esse motivo, a medicina deve nos tratar como os indivíduos que somos, levando em consideração aspectos como nossas crenças filosóficas, nossos constextos familiares e nossos problemas pessoais, e decidir, com base nessa totalidade, quando receitar um medicamento ou recomendar uma cirurgia. Nossos médicos não podem decidir nada por nós, mas podem nos ajudar a ver quais são as nossas opções e nos ajudar a decidir o que é melhor para nossas vidas.

O que é necessário agora é o conceito budista de viver com a doença.

~Hiroyuki Itsuki, Tariki – Aceitando o Desespero e Descobrindo a Paz.

Enviado em Pensamentos | Tagged: , , , , | Deixar um comentário »