O Centro Buddhista Nalanda (uma entidade registrada, civil e sem fins lucrativos, há 20 anos atuando no Brasil), em associação com o Buddhist Aid Trust (entidade de caridade registrada na Inglaterra), o Myanmar Cyclone Recovery Fund e nossos amigos birmanêses em Londres de um dos maiores portais buddhistas da tradição buddhista, o Nibbana.com, lança agora uma campanha brasileira para recolher fundos para os milhares de desabrigados devido à tragédia do ciclone Nargis.

Nossa campanha se chamará “Brasileiros pela Birmânia/Brazilians for Burma Recovery” e conta com a ajuda de todos vocês que lêem está mensagem. Por favor, contribuam, ainda que 5 ou 10 reais. Cada centavo depositado será repassado ao Buddhist Aid Trust e entregue diretamente às vítimas do ciclone, e independentemente da religião e etnia dos envolvidos. Ou seja, não é apenas para buddhistas, mas para todos que sofrem as terríveis perdas humanas e materiais advindas do ciclone.

Participe dessa campanha humanitária, doando e divulgando! Read the rest of this entry »

No Budismo dois tipos de enfermidades são reconhecidos: física e mental. E existem importantes diferenças entre o conceito de saúde mental de acordo com a psiquiatria moderna e de acordo com o Budismo. Neste link uma palestra do Ven. Nandisena sobre o assunto: http://www.cmbt.org/fdd/pdf/salud_enfermedad.pdf

Os Encontros são iniciativa da Universidade Federal de Viçosa, são aprovados pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (UFV), são itinerantes, são realizados em parceria com instituições publicas/fundações/associações e divulgam a qualidade de vida com: plantas medicinais, alimentos orgânicos, homeopatia, educação ambiental, autonomia em saúde, organização comunitária, terapêuticas não convencionais, apoio a família agrícola.

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Um convite de amigos do Centro Zen de Curitiba:

Caso você tenha interesse em experimentar os benefícios da meditação, venha participar do ZEN no parque.
Em meia hora, respiramos, caminhamos e sentamos sentindo a própria respiração, o ar à nossa volta, os sons, os odores - a vida, enfim…
SERVIÇO:

MEDITAÇÃO NO PARQUE - Curitiba/PR
TODOS OS DOMINGOS
local: Parque Barigui
Entrada pela Cândido Hartmann.
Em frente ao ponto de ônibus entre a Guarda Municipal e Museu do Automóvel (Ver MAPA ABAIXO).
horário: das 11hs às 11h30
Haverá prática mesmo em caso de chuva!
(Vá com uma roupa adequada e leve seu guarda-chuva, pois faremos uma “caminhada meditativa na chuva”, nas pistas circulares do parque)

http://zennoparque.wordpress.com/

Professora garante que o tratamento homeopático ameniza os sintomas da dengue nas primeiras horas

A homeopatia e os produtos fitoterápicos são uma alternativa no tratamento e na prevenção da dengue , enquanto não há uma vacina que imunize as pessoas contra o mosquito Aedes aegypti. Alguns municípios brasileiros já utilizam a homeopatia nos postos de saúde, como Macaé, no Estado do Rio de Janeiro.

Continua aqui http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=532521

A doença é, para a Homeopatia, uma reação da energia vital frente à ação das noxas. Assim, aquilo que normalmente chamamos de doença é na verdade o caminho que o organismo encontrou para voltar à saúde. Se a energia vital estiver eficiente, a reação do organismo será rápida, suave e completa, constituindo uma enfermidade aguda. Mas, se a reação da energia vital não for eficiente contra as noxas, a reação será incompleta e o organismo adotará uma determinada condição compatível com o que chamamos doenças crônicas, que são o melhor estado possível que a energia vital foi capaz de alcançar para manter a vida .

~Ruy Madsen Barbosa Neto, Bases da Homeopatia

“Estamos agindo como os habitantes da Ilha de Páscoa, a única diferença é que eles cortaram a última árvore e perderam o solo e a comida numa ilha. Nós estamos fazendo isso globalmente.”

Em entrevista para este boletim, o autor do livro ‘Ecoeconomia – Uma nova abordagem’, Hugo Penteado, fala sobre o modelo econômico vigente e sua relação com o meio ambiente, comentando a teoria econômica e seus mitos. Mais que tudo, Hugo mostra que não adianta apenas substituir nossas tecnologias de produção, o que precisamos substituir fundamentalmente é nossa maneira de vida, eliminando hábitos e comportamentos oriundos de um sistema que nada mais fez senão nos proporcionar miséria, frustração, saturação e infelicidade, e que segue nos conduzindo cada vez mais rápido para a destruição. A questão é: quanto ainda vai nos custar continuarmos vestindo um modelo que não se ajusta aos nossos pés?

Continua aqui

Na França temos um termo, l’acha mement rhérapeutique, que é a procura da manutenção da vida de uma pessoa por todos os meios terapêuticos possíveis, estando essa pessoa em estado desesperador. Poderíamos traduzir em português por “zelo terapêutico”. Neste contexto, o zelo terapêutico, no momento da morte, é perfeitamente compreensível. É preciso fazer tudo para que a matéria dure mais. Isso cria também um problema, porque tudo é feito para que a matéria dure mais e se sabe muito bem que ela não vai durar.

É por isto que, em sua grande maioria, os melhores profissionais médicos não se encontram à cabeceira de seus pacientes quando eles estão agonizantes. Porque há neles uma “ferida narcísica”, na expressão de Freud. Quando Freud sofreu a perda de sua filha Sofia, disse:

“Não acuso ninguém, não posso me queixar a ninguém, mas sinto como uma ferida narcisista irreparável”. Como se a morte fosse o fracasso de todo um saber, que mostrasse os limites de nossa tecnologia. Esta forma de pensar vai ter conseqüências na forma de estar presente à cabeceira do doente terminal. Como se houvesse uma dupla linguagem: Eu faço tudo para que você melhore, mas sei que não há outra saída senão o fracasso e a morte. É algo que observar em alguns meios hospitalares.

~ JEAN-YVES LELOUP LEONARDO BOFF, TERAPEUTAS DO DESERTO - De Fílon de Alexandria e Francisco de Assis a Graf Durckheim